quarta-feira, março 21, 2007

THINK PINK

21/03/2007
Polônia estuda lei que proíbe homossexuais de serem professores.
(da Folha Online)


Qual o temor? Que se ensine "como ser homossexual em dez lições"?
Já não há discriminação suficiente no mundo?

9 comentários:

sandra camurça disse...

Que loucura!

VIVA OS GAYS, LÉSBICAS, BISSEXUAIS E TRANSGÊNEROS (não confundir com transgênicos, viu?)

Beijos. ;-)

Jens disse...

Florzinha:
Isto mostra que nem todos se libertaram ainda.
Sou mais os ingleses, que fizeram histórias infantis onde um rei casa com um princípe e uma astronauta tem duas mamães. O objetivo não é estimular homossexualismo entre as crianças (assim como a finalidade da história da Branca de Neve não é promover o heterossexualismo), mas sim ensinar, desde a mais tenra idade, a tolerância e aceitação das diversas formas de manifestação da sexualidade. Um entusiasmado CLAP! CLAP! CLAP! para os educadores de ingleses. É assim, com educação, que se acaba com os preconceitos. Um bom exemplo para os poloneses e para o resto do mundo, inclusive nós brasileiros. Concordas?
(Puxa, como estou sério hoje).
Um beijo.

Acantha disse...

Um viva para os heteros também, SANDRA. Não parece, mas a gente também é gente.

Acantha. disse...

JENS meu anjo: a finalidade da estorinha da Branca de Neve é acabar com o consumo de maçãs (que eu detesto...)(viu como estou cheia de graça hoje???)

Fábio disse...

Pensei que a Polônia já tinha se libertado do Nazismo....

Acantha. disse...

Ai FÁBIO... Até onde sei, a Polônia só se livrou de Hitler, que se naturalizou alemão, mas parece que vai ser desnaturalizado. Mais.

Manoel Carlos disse...

A Polônia, apesar da experiência socialista, jamais deixou de ter uma mentalidade com fortíssima influência da igreja católica, atrasada e reacionária, vide João Paulo II e Lech Walessa, ídolos de Lula.
Hitler não nasceu na Polônia, nasceu na Áustria.

Jens disse...

Já que é pra falar de gays: Proust,
Gore Vidal, James Baldwin (negro, também), o pai da economia moderna (um lorde inglês que fazia parte da turma que se reunia com Virginia Wolff - não lembro o nome), Leonardo Da Vinci, Erzra Pound, Mallarmé, Federico Garcia Lorca, o grande chefão do FBI dos anos 50 até os 60, nos EUA (putz, como era o nome da louca? Lembrei: J. Edgar Hoover), Sócrates, Michelângelo, Os Césares, Zumbi dos Palmares (sim, há controvérsias, mas eu, negro e heterossexual, assumo a bronca), Madame Satã (negro que cagava os caras da Polícia Especial do RJ a pau) Gil, Caetano, e uma porrada de gente mais.
Por favor, nhenhenhém não! Sejamos adultos.
Abaixo toda e qualquer discriminação!

Acantha disse...

Verdade, querido MANOEL CARLOS. O indigitado era austríaco.
Mas a Áustria também forneceu valsas maravilhosas e um excelente chocolate, além da herdeira do trono de lá que, para quem não sabe, é brasileira e mora aqui, lembra, FÁBIO??? Tá certo. Tem também o Arnold Swarchenegger, o que se há de fazer...
E no quesito gays, nunca esquecer Oscar Wilde e, dizem, Abraham Lincoln...